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Número de mortes por diabetes aumenta 22,5% em Campinas [ + ]

Fonte: G1 > Campinas e Região

Fonte: G1 > Tecnologia e Games

Testes e 'correntes' no Facebook podem coletar dados e criar riscos

Qual a melhor foto do seu Facebook? Como seria você no sexo oposto? Como você estará daqui 20 anos? A quais shows você já foi na vida? Esse tipo de teste, também chamado de "quiz" no Facebook, convida muitas pessoas para oferecer informações por um pouco de descontração ou para brincar com amigos na linha do tempo na rede social. Essas brincadeiras, porém, escondem alguns riscos. O principal deles é que, para participar, a maioria dos serviços exige que você conceda acesso parcial da sua conta do Facebook para a empresa que realiza o teste. Esse acesso não é feito pela sua senha e sim por meio de uma integração do próprio serviço junto ao Facebook. Tudo ocorre com apenas um clique. Mesmo depois que o quiz está finalizado, a empresa ainda mantém esse acesso parcial ao seu perfil. Você precisa acessar a página de aplicativos do Facebook (aqui) para verificar quem ainda pode estar com acesso à sua conta. Dependendo das suas configurações no Facebook, quem desenvolveu o quiz terá acesso às informações básicas da sua conta, mas também podem ser cedidas informações como o número do telefone, e-mail e páginas "curtidas". No agregado, esse tipo de informação tem muita utilidade no que especialistas chamam de "psicometria" -- estudos de psicologia que se baseiam em dados de muitas pessoas para traçar tendências. Isso ajuda empresas de marketing a estabelecer relações entre traços de personalidade e fãs de uma determinada marca, artista -- ou seguidores de uma comunidade do Facebook. A partir disso, são criadas campanhas de publicidade direcionadas para vender produtos, ideias ou candidatos políticos. E não só para quem participou desses testes. A imprensa norte-americana alertou em 2017 que uma empresa britânica, a Cambridge Analytica, usou dados coletados com esse tipo de quiz para auxiliar a campanha eleitoral de Donald Trump e também a campanha do "Brexit", que decidiu pela saída do país da União Europeia. SAIBA MAISGolpes prometem revelar quem envia mensagens no Sarahah Empresas 'se escondem' Embora os testes pareçam estar em português, não se engane: as empresas que criam essas "brincadeiras" apenas traduzem o mesmo teste para diversos idiomas e em geral não estão localizadas no Brasil. Aliás, a maioria dos testes é bastante discreto em relação à empresa responsável pelo produto. O foco é completar as perguntas e compartilhar com os amigos. Em muitos casos, qualquer pessoa pode c O blog Segurança Digital verificou que duas empresas responsáveis pela criação desses testes utilizam serviços que escondem o nome do responsável pelo registro do site. Com isso, o site não fornece publicamente as informações normalmente exigidas para o registro de um domínio, como um endereço de e-mail, endereço físico e número de telefone. Essa é prática é mais ou menos o equivalente digital a ter uma conta bancária em um paraíso fiscal em nome de outra pessoa. Embora existam usos legítimos para esse tipo de serviço privativo, seu uso é mais voltado para pessoas físicas que não querem se expor ao criar um site na internet.'Pesquisas' na webNa web, "pesquisas" são uma fonte de renda para sites duvidosos e golpistas. Um pouco diferentes dos testes de Facebook, essas pesquisas também pedem que um internauta responda algumas perguntas. Quando isso é parte de um golpe, o site normalmente avisa que é preciso finalizar a pesquisa antes de fazer um download ou ter acesso a algum conteúdo. Essas pesquisas são pagas. Quando o internauta cai no "golpe" e preenche os dados solicitados pela pesquisa, o golpista é imediatamente remunerado por ter "indicado" o internauta para a pesquisa. É por isso que golpistas criam páginas falsas ou com promessas impossíveis, deixando para informar que o conteúdo é falso apenas depois da vítima já ter preenchido a pesquisa. Ou seja, o conteúdo fica "refém" do preenchimento da pesquisa, o que leva a vítima a fornecer os dados. Mais recentemente, muitos desses golpes se transformaram em golpes de serviço premium, onde você é obrigado a fornecer o número de celular. Os golpistas usam essa informação para cadastrar o aparelho em serviços que são cobrados na conta de telefone ou deduzidos dos créditos pré-pagos. Alguns sites fingem que a pergunta do número de telefone faz parte de um teste. Em um caso observado pelo blog Segurança Digital, um site fez perguntas sobre os monstrinhos da franquia Pokémon. Depois de responder quem foi o primeiro Pokémon de Ash e quantos tipos de Pokémon existe, o site prosseguiu com: "qual seu número de celular e operadora?"   Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com [ + ]

Fonte: G1 > Tecnologia e Games

Brasil tem 116 milhões de pessoas conectadas à internet, diz IBGE

Brasileiros online somam 64,7% de toda a população; dados são de pesquisa de 2016 do IBGE. Jovem usa celular para azarar no Parque do Peão em Barretos (SP). Érico Andrade/G1 O Brasil fechou 2016 com 116 milhões de pessoas conectadas à internet, o equivalente a 64,7% da população com idade acima de 10 anos. As informações são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad C), divulgada nesta quarta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No fim do ano passado, O IBGE já havia liberado uma Pnad Contínua, mas com enfoque em dados sobre domicílios. Ela indicava que 63,3% das casas brasileiras possuíam acesso, além de mostrar a presença de TVs, telefones e geladeiras nos lares das pessoas. O suplemento de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), divulgado nesta quarta, trata, por sua vez, informações como quantas pessoas estão conectadas à internet e aparelhos mais usados para acessar a rede. Mulheres mais conectadas Em 2016, a proporção de mulheres conectadas foi maior que a de homens: 65,5% delas tinham acesso, enquanto, o índice para eles era de 63,8%. Considerando a faixa etária, os indivíduos com idade entre 18 e 24 anos apresentavam a maior taxa de conexão: 85% deles estavam online. Já os brasileiros com mais de 60 anos apresentavam o menor índice, de 25%. As regiões Nordeste e Norte eram as únicas a apresentar taxas de indivíduos conectados inferiores à média brasileira, de 52,3% e 54,3%, respectivamente. O Sudeste possuía o maior índice. Lá, 72,3% dos moradores tinham acesso, enquanto no Centro-Oeste a taxa é de 71,8% e no Sul, é de 67,9%. Mulher manuseia celular smartphone Marcos Santos/USP Imagens Celular O celular continua a ser o principal aparelho para acessar a internet no Brasil. Em 2016, o eletrônico era usado por 94,6% dos internautas, à frente de computadores (63,7%), tablets (16,4%) e televisões (11,3%). Segundo o IBGE, 77,1% dos brasileiros possuíam algum celular. Usa para que? A Pnad Contínua também levantou as finalidades com que os brasileiros navegam na internet ou usam serviços conectados. A principal dessas atividades, apontada por 94,6% dos internautas, é trocar mensagens (de texto, voz ou imagens) por aplicativos de bate-papo. Assistir vídeos (programas, séries e filmes) foi apontado por 76,4% dos brasileiros conectados e superou as conversas por chamadas de voz ou vídeo, indicadas por 73,3%. Off-line Ainda que 64,7% da população brasileira tenha declarado acessar a internet, há 63,3 milhões de pessoas que se mantêm off-line. Três a cada quatro dessas pessoas disseram que o que as afasta é não saber usar ferramentas online ou não ter interesse nisso. O serviço ser caro era a justificativa dada por 14,3% dos desconectados. 2016 x 2015 Como é a primeira vez que o IBGE divulga dados da Pnad Contínua sobre tecnologia e de acesso à internet, não é possível fazer uma comparação histórica. Relacionar alguns indicadores com o de outras pesquisas, no entanto, pode sinalizar avanços e recuos tanto no acesso à internet quanto na posse de eletrônicos no país. Se a Pnad Contínua indica que o número de conectados chegou a 116 milhões em 2016, uma pesquisa anterior do IBGE, a Pnad, apontava que os brasileiros online somavam 102,1 milhões, ou 57,5% da população, em 2015. Enquanto dados da Pnad para 2015 mostravam que 78,3% dos brasileiros tinham celular, a pesquisa divulgada agora indica que o contingente de pessoas que são donas de um desses aparelhos é de 77,1%. [ + ]

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